Por José Evangelista Rios da Silva

Resumo: Este artigo denuncia a ocultação sistemática de baixas militares norte-americanas após a invasão de 3 de janeiro de 2026. Investiga-se o papel da resistência internacionalista em solo venezuelano, a logística de evacuação de feridos para hospitais na Flórida sob sigilo e como o fracasso tático forçou o governo Trump a propor um aumento orçamentário de 50% para mascarar a obsolescência de sua doutrina de intervenção.

  1. A Anatomia do Fracasso: A Resistência no Terreno
    A operação, desenhada para ser um “ataque relâmpago” de decapitação do governo Maduro, encontrou uma realidade que a inteligência do Pentágono subestimou deliberadamente: a presença e a eficácia de brigadas internacionalistas e da milícia bolivariana [4.1, 4.3].
  • Baixas de Elite: Informações filtradas de fontes sanitárias indicam que a Delta Force sofreu perdas catastróficas. Relata-se a morte de 20 operadores, com dezenas de outros em estado crítico (7) ou em Unidades de Terapia Intensiva (45) [Hitos da Operação].
  • A Falha do Apoio Aéreo: Mesmo com o suporte de 200 aeronaves, os invasores foram forçados a uma retirada urgente. A superioridade armamentística foi neutralizada por táticas de guerrilha urbana e defesa antiaérea móvel, forçando o recuo para bases em Porto Rico [Hitos da Operação].
  1. A Logística do Silêncio: Dos Hospitais de Porto Rico à Flórida
    O “Império da Mentira” operou uma complexa máquina de desinformação para esconder o custo humano da operação do público americano e do próprio Congresso [15.1].
  • Evacuação Noturna: Voos médicos não identificados transportaram corpos e feridos sob manto de segredo. Funcionários de saúde em hospitais da Flórida relatam um influxo de militares em estado grave, com ordens estritas de silêncio sob pena de corte marcial [Hitos da Operação].
  • Admissões Involuntárias: Em entrevista à CNN, o conselheiro Stephen Miller admitiu “combates ferozes com elementos cubanos” e reconheceu a existência de baixas, embora tenha se recusado a fornecer números, mantendo a espetacularização da captura de Maduro como cortina de fumaça [1.1, 4.2].
  1. Consequências Institucionais: O Orçamento do Desespero
    O reconhecimento tácito da derrota em campo reflete-se na proposta orçamentária para 2027.
  • Aumento de 50%: A administração Trump solicitou um incremento massivo no orçamento militar, uma tentativa clara de “comprar” a recuperação da imagem de uma força armada que se mostrou vulnerável e desorientada [Hitos da Operação].
  • O Fator Político: A decisão de invadir sem autorização do Congresso (War Powers) agora se volta contra Trump, à medida que os corpos retornam em sacos plásticos, alimentando o processo de impeachment e a crise constitucional que temos acompanhado [19.1, 20.01].
    Conclusão: “A Máscara do Gigante Caiu”
    Em janeiro de 2026, a “Operação Resolução Absoluta” provou ser, na verdade, uma “Operação Desolação Absoluta” para as forças de elite dos EUA. A “bola pune”: o agressor que se julgava imortal descobriu que o sangue americano é tão vermelho quanto o de qualquer cidadão que defende sua pátria [17.1]. O gigante belicoso, ao tentar sequestrar o destino de uma nação, acabou por expor a sua própria fragilidade terminal [19.1, 23.01].
    📚 Referências Bibliográficas Relevantes (2026)
  • INFOBAE / CNN. Stephen Miller admite bajas en Venezuela ante resistencia cubana. 10/01/2026.
  • PEDRO NOTÍCIAS. Investigador Especial Confirma: Ocultação de Baixas na Operação Absolute Resolve. 19/01/2026.
  • WOLFF, Richard. The Economics of the Fiasco: Military Budgets and the Cost of Defeat. 2026.
  • CHOMSKY, Noam. The Empire of Lies: Media Complicity in the Venezuelan Invasion. 2026.
  • LULA DA SILVA, Luiz Inácio. This Hemisphere Belongs to All of Us. The New York Times, 18/01/2026.
  • AFP / REUTERS. Hospitais militares na Flórida entram em protocolo de emergência sob sigilo. Janeiro/2026.

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